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(VÍDEO) Izaias defende diálogo entre patrões e empregados sobre jornada de trabalho

Escala 6x1

Redação 19/11/2024 as 11:27
(VÍDEO) Izaias defende diálogo entre patrões e empregados sobre jornada de trabalho
Foto: Foto: Rádio Cidade Brusque
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O fim da escala 6x1 foi abordado no Rádio Revista Cidade desta terça-feira (19). O programa recebeu o presidente do Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias da Construção e do Mobiliário de Brusque e região (Sintricomb) e da Nova Central Sindical de Trabalhadores de Santa Catarina (NCST-SC), Izaias Otaviano.

A proposta de emenda à Constituição (PEC) prevê o fim da escala 6x1, isso é, uma folga a cada seis dias de trabalho. De autoria da deputada federal Erika Hilton (PSOL-SP), o projeto alcançou o apoio necessário para começar a tramitar no Congresso. Até a última sexta-feira (15) chegou a 231 assinaturas. Eram necessárias as assinaturas de, ao menos, 171 dos 513 deputados.

Apesar de a escala 6x1 estar em vigor há bastante tempo, Izaias lembrou que a mesma sempre foi alvo de reclamações, principalmente por quem trabalha nos ramos do comércio e hoteleiro. Na área da construção civil, da qual é representante, ele destacou que a jornada de trabalho é 44 horas semanais, de segunda a sexta-feira.

Para o líder sindical, que participou na semana passada da Semana Nacional de Promoção da Negociação Coletiva, a melhor saída para a questão da escala 6x1 é dialogar com as partes envolvidas. “O diálogo sempre foi e sempre será a melhor maneira de resolver qualquer impasse.” Izaias ressaltou que as classes patronal e trabalhista devem entrar em acordo. “Sempre preservando pelo diálogo. Se tem que avançar de alguma forma, tem de ser ouvindo as duas partes, a que trabalha e a que paga essa bronca toda que é a classe patronal.”

Custo de vida alto

O dirigente acredita que a atual jornada de trabalho (44 horas semanais) e a questão salarial são os principais fatores que justificam a escassez de mão de obra na região. “A gente sabe que o custo de vida aqui em Brusque é caríssimo. Às vezes nem é porque o trabalhador não quer trabalhar. É porque o salário que ele achava que dava para cobrir seus gastos não dá”, frisou.

Izaias falou que há mais de 300 vagas de emprego na construção civil, para início imediato, porém faltam interessados em preenchê-las. “Tem empresário (do ramo imobiliário) que está deixando de pegar serviço, porque não tem mão de obra qualificada.”


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